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domingo, 24 de junho de 2007
Kirchnner perde mais uma vez em Buenos Aires - e a cidade move-se para a direita...
A vitória neste domingo do centro-direitista Mauricio Macri (presidente do Boca Juniors...) para Prefeito de Buenos Aires foi uma derrota para o Presidente Kirchner, que apoiou o seu Ministro da Educação, Daniel Filmus. Mas não foi a primeira derrota de Kirchner em Buenos Aires. Também nas eleições presidenciais de 2003 ele ficou apenas em 3º lugar. Agora Kirchner ganha mais um adversário de peso para as eleições presidenciais de outubro."A eleição em Buenos Aires pode ter marcado uma mudança de posição no eleitorado da capital", na avaliação do analista político Rosendo Fraga, diretor do Centro de Estudos Nueva Mayoría. “Depois da profunda crise econômica de 2001, a classe média portenha privilegiou os valores de centro-esquerda. Mas agora, com a recuperação econômica e a redução da pobreza e do desemprego, dão prioridade a valores de centro-direita”, disse Fraga antes do pleito. “Macri oferece ordem, segurança e eficiência, enquanto Filmus promove princípios como a igualdade social e a solidariedade, além de educação e saúde para todos”, diz o analista. “Hoje os portenhos parecem querer mais o primeiro que o segundo, e isso explica a vantagem do candidato de centro-direita”, avalia. Faz sentido. Leia mais no site da BBC.
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sexta-feira, 15 de junho de 2007
A esquerda argentina decide se abster na eleição do dia 24
"Nem Macri nem Filmus", é o lema que une os partidos de esquerda argentinos para o segundo turno da eleição para o governo de Buenos Aires, no próximo dia 24. Mauricio Macri, do PRO (Aliança da Proposta Republicana), direita, lidera as pesquisas com uma campanha forte de oposição a Kirchner, enquanto Daniel Filmus é o candidato de Kirchner. Os partidos de esquerda que estão se unindo são MST-Nueva Izquierda, o Partido Obrero, o PTS, o MAS, a Frente de Izquierda Socialista e também militantes do Partido Comunista Revolucionario, braço político da Corriente Clasista y Combativa. Macri sente-se cada vez mais fortalecido e já fala em posicionar-se para a eleição presidencial de outubro. Leia mais no La Nacion.
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