Dois golpes dados simultanemente na administração chilena da Presidenta Bachelet. Além da queda nas pesquisas, ela tem que enfrentar a crise do frio argentino que levou ao corte nas exportações de gás para o Chile. A aprovação do Governo Bachelet esteve em alta até dezembro de 2006. De lá para cá, caiu 11 pontos. Caiu também em 11 pontos (de 45% para 34%) a aprovação de sua política econômica. Não faltasse isso, começa a faltar gás para a economia. A pesquisa foi feita pelo Centro de Estudios Públicos (CEP), entre 9 e 27 de junho, com 1505 adultos, margem de erro de 3%. Leia mais no El Mercurio Online e no La Tercera.
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quinta-feira, 12 de julho de 2007
Momento difícil para o Chile
Dois golpes dados simultanemente na administração chilena da Presidenta Bachelet. Além da queda nas pesquisas, ela tem que enfrentar a crise do frio argentino que levou ao corte nas exportações de gás para o Chile. A aprovação do Governo Bachelet esteve em alta até dezembro de 2006. De lá para cá, caiu 11 pontos. Caiu também em 11 pontos (de 45% para 34%) a aprovação de sua política econômica. Não faltasse isso, começa a faltar gás para a economia. A pesquisa foi feita pelo Centro de Estudios Públicos (CEP), entre 9 e 27 de junho, com 1505 adultos, margem de erro de 3%. Leia mais no El Mercurio Online e no La Tercera.
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O frio argentino esfria o crescimento chileno
O Chile depende dramaticamente do gás que compra da Argentina (a preço alto, aliás). Acontece que a Argentina vende basicamente o excedente (se é que podemos falar assim, já que também é importadora) e, com a queda drástica na temperatura local, está faltando gás. Adivinha onde os argentinos estão fazendo os principais cortes? Na exportação para o Chile, que não tem grandes reservas. A temperatura na relação entre os dois países pode aumentar - tomara que não.
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