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sábado, 15 de dezembro de 2007

Alguém precisa prender o Bush por crime contra a humanidade

O mundo inteiro conhece as barbaridades que Bush tem cometido por toda parte. O Iraque, sem dúvida, é o exemplo mais visível. Mas existem também os crimes ocultos, as torturas inimagináveis praticadas principalmente fora do território americano, em locais como Guantánamo e outros presídios secretos e irregulares. Agora a Câmara de Deputados americana (de maioria Democrata) aprovou uma lei que proíbe a tortura (simulação de afogamento, simulação de fuzilamento, humilhação sexual, uso de cães e outros terrores que Bush chama de "métodos alternativos de interrogatório"). Ótima decisão dos parlamentares de lá, mas temos que lembrar que é um absurdo um país como os Estados Unidos precisar de uma lei específica para acabar com a prática da tortura. Se isso já é um absurdo, o pior vem agora: Bush promete vetar a lei!!! E o mundo vai ter que ficar calado? Cadê nossa mídia e nossos valorosos parlamentares que se levantam contra o Hugo Chávez? Todo mundo torce o nariz para Chávez, torce o nariz para Morales, torce o nariz para Lula, torce o nariz para Fidel, todo mundo diz que esses líderes agem como ditadores... e eu pergunto: ninguém abre a boca contra o "paladino da democracia" Bush? O mínimo que se deveria fazer seria invadir os Estados Unidos, prender Bush e julgá-lo por crimes contra a humanidade. Exatamente como ele fez contra Saddam. Mas sem torturá-lo.

domingo, 1 de abril de 2007

A imprensa e o golpe de 64

No verbete "Golpe Militar de 64", a Wikipédia apresenta o seguinte texto:

A Imprensa

A imprensa colaborou com o golpe embora após o fim do regime militar tenha clamado para si os méritos de defensora da democracia. Antes da ditadura jornais como O Globo, Jornal do Brasil, Correio da Manhã e Diário de Notícias pregaram abertamente a deposição do presidente. Somente o jornal Última Hora se opôs ao golpe.

Segundo o jornalista Fernando Molica: (sic) "...a grande maioria dos jornais era favorável à derrubada do governo João Goulart e festejou o golpe...".

Segundo Mino Carta, (sic) "...a Folha de São Paulo não só nunca foi censurada, como emprestava a sua C-14, carro tipo perua veraneio, usado para transportar o jornal, para recolher torturados ou pessoas que iriam ser torturadas na Oban, Operação Bandeirante."