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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Brasil de Lula ganha destaque pelo jogo de cintura

Leia trecho da reportagem de ontem do jornal espanhol La Vanguardia:
Brasil: ´jogo de cintura´
El gigante latinoamericano trata de potenciar sus recursos ante la caída de las materias primas
Nicolás Torrent
Una de las sorpresas del G-20 - quizá la única-fue ver al presidente brasileño Luiz Inácio Lula da Silva a la derecha de George Bush en la foto de familia. Todo un símbolo de la posición que ha conseguido este país en la economía mundial. Y es que de los llamados BRIC - acrónimo para referirse a los emergentes Brasil, Rusia, India y China-,el país latinoamericano destaca por su combinación de libre mercado, políticas sociales y sostenibilidad. En brasileño, este modus operandi que a veces parece funambulismo, se llama jogo de cintura, en referencia a los movimientos de cadera de sus estrellas del fútbol. "Uno se sorprende todos los días de las oportunidades que ofrece Brasil". Las palabras no son de Lula, ni siquiera de un empresario brasileño. No, esta frase es de Ángel Agallano, director ejecutivo del Banco Santander en Brasil. El grupo de Emilio Botín acaba de fusionarse con una de las mayores entidades brasileñas, el Banco Real y en los tres próximos años, invertirá más de 920 millones de euros en este país para una ganancia prevista de unos 7.000 millones de euros.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Assim não Vale

Estava achando apenas curiosa essa história da coincidência das cores da nova logomarca da Vale do Rio Doce com as cores do Banco Real. Hoje li que a equipe de criação foi a mesma. A história deixou de ser curiosa e também deixou de haver coincidência. Agora surgiu a história da semelhança entre o cone da Vale e o cone da Vitelli. É difícil também ter havido coincidência. As equipes de criação de logomarca costumam passar os olhos por milhares de outras logomarcas em busca de inspiração. Às vezes criam outra igual porque guardaram a original no subconsciente; às vezes gostam tanto de uma logomarca que tratam de criar uma quase igual. Parece que foi esse o caso da logomarca da Vale. (E lembra muito aquele personagem de Borges que gostava tanto de Don Quijote que resolveu reescrevê-lo parágrafo por parágrafo, linha por linha, palavra por palavra, vírgula por vírgula, exatamente como Cervantes tinha escrito.) Às vezes não existe má-fé, é apenas ingenuidade.