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terça-feira, 9 de novembro de 2010
Obama: enfraquecido em casa, joga pesado contra o G-20
As grandes potências, principalmente os Estados Unidos, nunca viram com bons olhos esse admirável mundo novo, cada vez mais “globalizado”. G-5, tudo bem – deixa que a gente resolve entre nós... G-7, G-8, ainda aceitamos... Mas, G-20? BRIC? BASIC? Nem pensar!! Os Estados Unidos resolveram melar esse próximo G-20. Primeiro lançaram uma revoada de dólares, acirrando a guerra cambial. Prejudicados pela redução do capital especulativo na crise de 2008, resolveram dar uma forcinha para esses “investidores” espalhados pelo mundo. Ao mesmo tempo, mostraram suas garras diante dos parceiros globais, principalmente os emergentes, procurando enfraquecê-los nas próximas discussões. Não contentes com a guerra cambial, iniciaram um minucioso trabalho de cizânia, principalmente entre os BRICs. Puxaram a Rússia para um lado, a China pro outro e decidiram dar um chega pra lá no incômodo Brasil, priorizando a Índia para uma cadeira cativa no Conselho de Segurança. Os Estados Unidos dão sua demonstração de força no cenário internacional, que com certeza vai funcionar para o público interno. Mas não conseguirão impedir que novas forças emerjam defendendo interesses divergentes dos seus. Nem conseguirão que o G-20 se transforme em mero G-“10+10”...
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Brasil de Lula ganha destaque pelo jogo de cintura
Leia trecho da reportagem de ontem do jornal espanhol La Vanguardia:Brasil: ´jogo de cintura´
El gigante latinoamericano trata de potenciar sus recursos ante la caída de las materias primas
Nicolás Torrent
Una de las sorpresas del G-20 - quizá la única-fue ver al presidente brasileño Luiz Inácio Lula da Silva a la derecha de George Bush en la foto de familia. Todo un símbolo de la posición que ha conseguido este país en la economía mundial. Y es que de los llamados BRIC - acrónimo para referirse a los emergentes Brasil, Rusia, India y China-,el país latinoamericano destaca por su combinación de libre mercado, políticas sociales y sostenibilidad. En brasileño, este modus operandi que a veces parece funambulismo, se llama jogo de cintura, en referencia a los movimientos de cadera de sus estrellas del fútbol. "Uno se sorprende todos los días de las oportunidades que ofrece Brasil". Las palabras no son de Lula, ni siquiera de un empresario brasileño. No, esta frase es de Ángel Agallano, director ejecutivo del Banco Santander en Brasil. El grupo de Emilio Botín acaba de fusionarse con una de las mayores entidades brasileñas, el Banco Real y en los tres próximos años, invertirá más de 920 millones de euros en este país para una ganancia prevista de unos 7.000 millones de euros.
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sábado, 15 de dezembro de 2007
Países em desenvolvimento - incluindo Brasil - humilham Governo Bush
A BBC distribuiu notícia sobre o Encontro de Bali com o título "Acordo de Bali é vitória dos países em desenvolvimento". Veja trechos:
"Foi uma grande vitória dos países em desenvolvimento. O grupo dos 77 fez valer a sua grande maioria", afirmou o negociador-chefe do Brasil, embaixador Everton Vargas.
Na análise da organização ambientalista Greenpeace, o governo de George W. Bush "foi humilhado" pelos países em desenvolvimento.
"A administração Bush levou uma lição de humildade e foi envergonhada pela firme decisão dos países em desenvolvimento – China, Índia, Brasil, África do Sul – que vieram a Bali com propostas concretas para dar a sua participação nos esforços globais contra o aquecimento global", disse Ailun Yang, do Greenpeace chinês.
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