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terça-feira, 22 de março de 2011
Michael Moore tuíta contra o ataque à Líbia
#1. This appears to be a civil war in Libya. Not a war of genocide. Not a revolution. One thing's clear: None of us want Khadaffy to win.
# 1. Na Líbia, parece que se trata de uma guerra civil. Não é uma guerra de genocídio. Não é uma revolução. Uma coisa é clara: nenhum de nós quer que Kadafi vença.
#2. But who is the opposition? Don't send weapons 2 rebels til u know who they r! Last time we did that we armed bin Laden & the Taliban.
# 2. Mas quem é a oposição? Não enviem armas para rebeldes até que saibam quem são! A última vez que fizemos isso nós armamos Bin Laden e os Talibãs.
#3. Stop lying. Quit saying "Khadaffy's not the target." Really? If he's the target... Then spend a decade cleaning up the mess left behind.
# 3. Parem de mentir. Chega de dizer que "Kadafi não é o alvo." Sério? Se ele é o alvo ... Então, passem uma década limpando o caos deixado pra trás.
#4. If the rebels want a democracy then support them w/ the arms they need. But u must do same 2 help Bahrain/Yemen or u have no credibility.
# 4. Se os rebeldes querem uma democracia, então apoiem com as armas de que precisam. Mas vocês devem fazer o mesmo para ajudar o Bahrein e o Iémen, ou não terão credibilidade.
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
Ex-executivo de seguradora de saúde nos Estados Unidos pede desculpas pelo que fez contra Michael Moore
Wendell Potter é um ex-diretor de comunicação da CIGNA, uma gigante americana de seguros de saúde, que tem grandes negócios também no Brasil e já teve até mesmo, anos atrás, participação na Golden Cross. No última dia 22, ele se apresentou no programa "Countdown" do jornalista Keith Oberman (NBC) para pedir desculpas ao cineasta Michael Moore pela campanha de difamação que dirigiu contra ele. O motivo de tudo foi o filme “Sicko”, onde Michael Moore literalmente mostra as entranhas do sistema de saúde americano. E as seguradoras morriam de medo que o filme desencadeasse um movimento social a favor da aprovação do seguro médico público universal. “Os executivos dessas companhias chegaram a ameaçar atirá-lo por um barranco se tal coisa sucedesse”. Felizmente Potter teve crise de consciência (como ele mesmo disse, “não podia viver tranquilo”) e decidiu confessar tudo. Leia mais no site Esquerda ou no próprio site de Michael Moore. Aproveite para ver esse trecho de “Sicko” que mostra a saúde em Cuba.
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terça-feira, 17 de abril de 2007
Violência sem fim
Estava lendo as notícias de hoje sobre a tragédia do Instituto Politécnico da Virgínia, Estados Unidos, onde morreram 32 estudantes vítimas de um alucinado armado, quando recebi um telefonema de uma amiga, desesperada. Estava dentro de um ônibus que passava nas proximidades do Morro da Mineira, Rio de Janeiro, onde ocorria forte tiroteio. No ônibus ao lado, um homem já tinha sido atingido. Poderia dizer, vendo os dois casos, que vivemos a era da violência gratuita, mas não é bem assim. Aliás, de gratuita não tem nada. O site de Michael Moore, autor do documentário-denúncia que tem como ponto de partida a tragédia americana de Columbine, 8 anos atrás, dá destaque para a tragédia de ontem, inclusive reproduzindo um artigo de John Nichols, da The Nation ("A Tragedy... of Monumental Proportions"). John Nichols escreve que todo mundo já deve estar cheio de respostas para a mais nova tragédia, que a NRA (National Rifle Association, ou Associação Nacional do "Tiroteio", em tradução livre...) já deve ter feito seus press releases dizendo que a tragédia não tem nada a ver com armas. Mas, continua ele, ninguém consegue dar a resposta mais simples para o que aconteceu: os Estados Unidos são um país violento. Aqui no Brasil - que não pode ser qualificado da mesma forma - também é necessária a compreensão de que a nossa violência é causada pela combinação de miséria e corrupção. Acabar com a miséria e a corrupção deveria ser a meta de todos nossos governantes, razão de ser de qualquer político. Enquanto não houver essa compreensão, não tem exército que dê jeito.
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