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sábado, 16 de fevereiro de 2008

Eleição americana: "desapareceram" votos para Obama em New York

O New York Times apurou que em algumas zonas de New York as urnas deram "voto zero" para Obama - apesar da região ser predominantemente negra (o Harlem, por exemplo). Diz o jornal que as eleições em New York sempre foram pontuadas por confusão, incompetência e até ocasional corrupção ("The history of New York elections has been punctuated by episodes of confusion, incompetence and even occasional corruption. And election officials and lawyers for both Mr. Obama and Mrs. Clinton agree that it is not uncommon for mistakes to be made by weary inspectors rushing on election night to transcribe columns of numbers that are delivered first to the police and then to the news media"). As autoridades procuram consertar o "engano". Como diz o Ancelmo, deve ser horrível viver em um lugar... deixa pra lá.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Corrupção, corrupção, corrupção,

Dois suicídios no Japão, de autoridades envolvidos com corrupção. Na China, o responsável pela qualidade e segurança de alimentos e drogas em geral foi condenado à morte, depois de admitir que recebia propinas. Na Espanha, tivemos casos recentes de fraude eleitoral. A guerra do Iraque, por si só, é uma grande fraude. No Brasil, como no mundo, a corrupção está na ordem do dia. Isso não faz bem a ninguém e a corrupção precisa ser combatida, pelo bem da democracia e para que os governos possam se dedicar ao que interessa, desenvolvimento e bem-estar da população.

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Fraude eleitoral na Espanha: el "cheque cidadón"

Como tenho falado, fraude eleitoral, corrupção, isso tudo é um mal que se torna cada vez mais forte por todo o mundo e ameaça a democracia representativa. A notícia de hoje vem da Espanha, através de El País: "La Guardia Civil de Melilla ha destapado un supuesto fraude en la captación de votos por parte del Gobierno melillense, del PP, que pagaría a vecinos de la ciudad autónoma vales de alimentos de 60 euros a cambio de que votasen por correo a favor de la candidatura popular en las elecciones del próximo domingo". Esses vales são uma espécie de cheque-cidadão que aqui no Brasil - no Rio, em particular - ficou famoso como símbolo de política populista e foi apontado como instrumento de fraude eleitoral. O flagrante ocorreu em um centro de estudos de língua e a oposição ficou muito impressionada com a "eficiência" do curso: "Fue un curso muy eficaz porque en un día pasaron de no saber castellano, ni leer ni escribir a rellenar una solicitud de voto por correo"...