Mostrando postagens com marcador Golpe. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Golpe. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 22 de junho de 2016
SÃO PAULO NÃO PODE VOLTAR.
Li ontem, no Brasil 247, um Ibope para prefeito de São Paulo. Está lá: Russomano (PRB) 26%, Marta Suplicy (PMDB) 10%, Erundina (PSB) 8%, Haddad (PT) 7%, João Doria (PSDB) 6%, Andrea Matarazzo (PSD) 4%, Marco Feliciano (PSC) 4%, Delegado Olim (PP) 3% e Major Olímpio (SD) 2%. Lembrei de 12 anos atrás. Pelo Datafolha, em 27 de janeiro de 2012, o quadro era esse: Serra 21%, Russomano 17%, Netinho 11%, Soninha 09%, Paulinho 08%, Chalita 06%, Haddad 04%, Afif 03%, Fidelix 01%, Borges d’Urso 01%.
Em 2 de março, o quadro se repetia: Serra 30%, Russomano 19%, Netinho 10%, Soninha 07%, Paulinho 08%, Chalita 07%, Haddad 03%, Fidelix 01%, Borges D’urso 01%. Mas vi em outras pesquisas que, quando Haddad era associado a Lula, seu nome disparava. E no dia 4 de março de 2012 postei no meu Blog: “O povo paulistano está vendo no Brasil que está à sua volta um mundo inteiramente novo e bem melhor, no qual ele não está inteiramente inserido. O paulistano quer renovação, quer viver 100% o Brasil de Lula e Dilma”. E acrescentei: “a opção do PT por Haddad atende perfeitamente os anseios da população”.
Em 15 de junho, data equivalente à de hoje, tínhamos pequena evolução: Serra 30%, Russomano 21% e Haddad 08%. Na véspera da eleição, empate entre os três primeiros colocados: Serra 28%, Russomano 27% e Haddad 24%. O resultado do 1º turno foi Serra 31%, Haddad 29% e Russomano 22% e, no 2º turno, Haddad derrotou Serra por 55,6% a 44,4%.
Ficou confirmada a minha previsão de que o povo paulistano queria participar das mudanças que fizeram o país dar um grande salto à frente. Mas, e hoje, como fica? O país está inteiramente transtornado, imerso em um golpe cheio de espertezas e com o estigma da corrupção corroendo o mundo político. Não tem pesquisa que possa dar um norte (ou leste, oeste, seja o que for). No caso dessa pesquisa paulistana, apesar de Russomano se destacando, os principais nomes estão empatados em penúltimo lugar. Em último, felizmente, estão um feliciano, um delegado e um major. Infelizmente, não temos primeiros lugares. Nem segundos, nem terceiros – mas São Paulo acabará mostrando que sabe votar.
Marcadores:
Andrea Matarazzo,
Delegado Olim,
Dilma,
Eleição 2016,
Erundina,
Golpe,
Haddad,
Ibope,
João Doria,
Lula,
Major Olímpio,
Marco Feliciano,
Marta Suplicy,
pesquisa eleitoral
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Mais uma vez, o tapetão entra em campo: golpe a prazo ou à vista?
Quem gosta de tapetão é o perna-de-pau, incapaz de praticar um jogo bonito e eficiente. Desesperado com a derrota, o perna-de-pau busca no tapetão a mãozinha de Deus que lhe faltou dentro de campo.
No campo eleitoral, é exatamente assim que acontece. O candidato sem propostas, sem realizações contundentes, sem charme pessoal e sem apoio expressivo, reconhecendo que, portanto, não tem chances de conquistar votos, procura auxílio extracampo. Às vezes tem razão, às vezes não tem, mas isso não importa. O que importa para o perna-de-pau é criar uma quizumba fenomenal capaz de melar um jogo que estava perdido. E é isso que está tentando a Oposição, com essa Receita tirada da cartola. Tucanos (et caterva) querem porque querem transformar vazamentos da Receita Federal em seus cabos eleitorais. Claro que esses vazamentos têm que ser investigados e banidos. Mas não podem ser usados para alterar o resultado de um jogo do qual nem ao menos fazem parte. Esse desespero oposicionista, apesar de aparentemente inócuo, pode levar a consequências nefastas.
Não acredito que tenham sucesso nessa jogada, nem em campo nem extracampo. Mas a ameaça maior seria caminhar na direção de um golpe jurídico. Como diz um amigo, as leis não são verdades absolutas, são verdades interpretadas. E faz tempo que a Oposição dá sinais de querer avançar pela extrema-direita. Posicionamentos estranhos de membros da Alta Corte... aparelhamento da mídia... factoides... tudo isso leva a crer que o supertapetão pode ser utilizado para tentativa de inviabilizar o jogo democrático. Está na hora de Lula trazer para campo a vibração da camisa 12 (e camisa 13, 15, 40, 50, todas as torcidas unidas) para contrapor a pressão que os camisas pretas estão fazendo sobre o juiz. O povo já pôs a mão nessa taça eleitoral, e o que é do povo ninguém tasca. Tapetão nunca mais!
Marcadores:
2010,
Golpe,
José Serra,
Lula,
Mídia golpista,
oposição,
Receita Federal
Assinar:
Postagens (Atom)
