quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
TRUMP, PAGANDO AS "CONTAS" DA CAMPANHA OU INOVANDO NA GEOPOLÍTICA?
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Dick Morris e o cinismo americano diante da crise
quinta-feira, 27 de março de 2008
McCain sugere novo inimigo para governo americano
sábado, 14 de julho de 2007
Rússia rompe Tratado de Controle de Armas
terça-feira, 19 de junho de 2007
Sarkozy troca o "derrotado" pelo "causador da derrota"
domingo, 17 de junho de 2007
Sarkozy ganha, mas perde...
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Parece que o sucesso no G-8 foi 51...
O presidente francês recém eleito, Nicolas Sarkozy, apresentou-se para uma entrevista coletiva aparentando, digamos, estar em estado de graça. Cambaleava nas palavras e parecia segurar o riso. O apresentador da TV belga comentou ao vivo que “aparentemente ele bebeu mais do que água” e a imprensa francesa, ao contrário do que faria a nossa, ficou indignada com o comentário belga. Resultado: o vídeo foi vetado nas emissoras francesas. Mas acabou no YouTube. Na sua apresentação, Sarkozy pede desculpas pelo atraso por causa do longo diálogo com Putin...
sexta-feira, 8 de junho de 2007
A proposta de Putin sobre o escudo de mísseis não é novidade para este Blog.
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007
A Guerra Fria esquenta outra vez
O Financial Times de ontem publicou reportagem (de Demetri Sevastopulo em Washington, Neil Buckley em Moscou, Daniel Dombey em Londres e Jan Cienski em Varsóvia) sobre a ameaça da Rússia de pular fora do tratado de controle de armas nucleares. É a sua resposta aos planos americanos de instalar uma rede de mísseis defensivos no Leste Europeu. O argumento de Yury Baluyevsky, Chefe do Estado Maior do Exército Russo, é simples: apesar do tratado de 1987, russo-americano, que trata de forças nucleares intermediárias, banir mísseis com alcance de 500 a 5.500 km, há "evidências (...) de que muitos países estão desenvolvendo e aperfeiçoando foguetes de médio alcance". Acontece que os Estados Unidos estão negociando com a Polônia e a República Tcheca a instalação de radares e mísseis interceptadores. É verdade que o primeiro-ministro polonês, Jaroslaw Kaczynski, já declarou que sua participação no sistema depende de certas condições. Mas Vladimir Putin já advertiu que a instação desses mísseis pode levar a nova corrida armamentista, e não aceitou a desculpa americana de que os mísseis são apenas para proteção contra a Coréia do Norte e o Irã. Oficiais da OTAN dizem que os que os russos querem de verdade é participar do sistema de mísseis defensivos. Ou seja: por trás de tudo está uma grande disputa em parte política, em parte por interesses no mercado armamentista (se é que é possivel fazer a separação). A nós, pobres mortais, só resta roer os dentes e torcer para que essa nova "guerra fria" não acabe em "Fogo!".
