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quarta-feira, 16 de junho de 2010

Brasil jogou feio, mas jogou bem


Já disse que preferia o time do Santos. Mas ontem o dunguismo foi fundamental. A Coreia do Norte entrou para garantir o zero a zero e fez isso muito bem – auxiliada pela Jabulani. Jogo difícil, por causa da defesa cerrada e a bola leve e rápida, de domínio mais difícil e direção incerta. Partida muito bem jogada, onde o Brasil acabou se dando bem graças à “ajuda” da Jabulani no chute de Maicon: a bola se “inclinou” na direção do gol.
Falam que a Coreia do Norte é a seleção mais fraca, mas acredito que terá sido a mais difícil da primeira fase. Em 66, empatou com o Chile em 1 a 1, venceu a Itália por 2 a 1, foi para a segunda fase e acabou em oitavo.
Quero lembrar ainda que, em 2002, vencemos o primeiro jogo, contra a Turquia, por 2 a 1, graças a um pênalti que não houve em Luizão.
Estatística dos gols
  • Desde 1958, a média de gols não ultrapassa 3 por partida.
  • A média por partida em 1990 foi a pior: 2,21.
  • Os 13 primeiros jogos de 1990 tiveram a média de 2,23 gols.
  • Os 13 primeiros jogos desta Copa tiveram a média de 1,77.
  • Com o jogo do Brasil, a média passou para 1,86 gols por partida.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Seleção Brasileira para 2010: só faltou incoerência

Com certeza, minha Seleção seria diferente da que o Dunga fez. Os "garotos" do Santos, por exemplo, seriam convocados por mim sem sombra de dúvida. Claro que minha coerência seria outra - quero ganhar a Copa com brilhantismo, emoção das grandes jogadas, futebol lindíssimo.
Na sua coerência, Dunga quer ganhar a Copa e ponto final. Acho que vai conseguir. O país vai torcer, vai vibrar e comemorar muito. Dunga dirá que acertou em ser incoerente. Mas garanto que com a minha Seleção o país seria ainda mais feliz.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Perdão, Mandela e Joel Santana, mas hoje torço contra vocês

Nelson Mandela é ídolo (também defendi a luta contra o apartheid) e Joel Santana é simpatia. Mas hoje sou Dunga desde criancinha!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Espetacular!

O jogo de ontem foi melhor do que eu esperava. Cravei 3 a 1, deu 3 a 0. Achei que o jogo seria truncado, mas o primeiro tempo foi um espetáculo. Felizmente não assisti o segundo tempo...

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Nós merecíamos uma final assim

O Brasil estava jogando muito mal. E aquele primeiro jogo, contra o México, é a melhor prova. Estava todo mundo se preparando para entregar o ouro ao bandido na final, eu inclusive, quando surgiu o gol-surpresa de Elano-Júlio Baptista. Daí em diante, tudo se transformou. Diz La Nacion com precisão: "Brasil había golpeado primero y tenía el escenario ideal para imponer su juego más industrial, el que le inculca Dunga, con mucha presión en el medio, aplicación para recuperar la pelota y sus líneas muy juntas, sin darles espacios a los tocadores argentinos. El duro Mineiro se pegaba a Riquelme, Josué no descuidaba a Verón y los imponentes zagueros centrales, Alex y Juan, apretaban a Messi y a Tevez. (...) Brasil mostró raza de campeón, más allá de que futbolísticamente no es nada del otro mundo". Para nós, foi um grito que já estávamos guardando para o futuro. Valeu, Dunga! Mas, por favor, melhora esse time... Leia também Clarin, Olé-Clarin e La Nacion.

terça-feira, 27 de março de 2007

Romário revela o segredo de 94

Em sua entrevista no canal Sportv ("Bem, Amigos") de ontem à noite, Romário estava à vontade, vitorioso, reconhecido - pela milésima vez - como grande craque do futebol de todos os tempos. Seu 3º gol e o quase milésimo mostraram que apesar dos 41 anos ainda é um goleador de qualidade. A possibilidade de ultrapassar Pelé em número de gols em jogos oficiais ((segundo a revista Placar, Pelé fez 720 e Romário já tem 717), é mais uma motivação. Considerado o grande "marrento" do futebol, estava sorridente. E revelou que em 94 obedecia às ordens de Dunga, dentro e fora de campo, de forma irreconhecível (logo ele, Romário, que não leva desaforo pra casa...). Respondia a tudo na base do "sim, senhor" ou "pois não, capitão". E disse que Dunga era incansável, conversando e dando bronca nos jogadores nos jogos, nos treinos e nos quartos. "Sem Dunga, não seríamos campeões em 94", revelou Romário.