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domingo, 4 de março de 2007

Cuba responde ao Jornal do Brasil.

O Embaixador cubano Pedro Nuñez Mosquera enviou carta a Augusto Nunes, do Jornal do Brasil, protestando contra as reportagens de Clara Cavour publicadas recentemente sobre a ilha de Fidel. O embaixador diz não estranhar muito, porque os Estado Unidos teriam liberado 86 milhões de dólares para "financiar campanha de mentiras, manipulações e descrédito contra Cuba, principalmente na América Latina". Na carta, lamenta a mudança de postura do Jornal do Brasil com relação a Cuba e aproveita para discorrer sobre as grandes conquistas do Governo Cubano, inclusive o crescimento de 12,5% no PIB, o maior da América Latina. Leia íntegra publicada no Granma.

quinta-feira, 1 de março de 2007

A manchete de hoje do Jornal do Brasil é vergonhosa

O Senado decidiu ontem adiar por 45 dias a votação sobre a proposta de redução da maioridade penal de 16 anos para 18 anos de idade. Pessoalmente acho uma atitude correta. É uma questão muita delicada, que merece boa discussão e que não pode ser decidida afoitadamente, sob o efeito de fortes emoções. É claro que isso não pode significar (como bem se preocupa o Jornal do Brasil) em lançar para o limbo decisões importantes na área de segurança que precisam de certa urgência. Até aí, acho que há um a acordo geral. O que não pode é um veículo de comunicação com a responsabilidade e a tradição do Jornal do Brasil utilizar recursos da imprensa marrom para vender mais jornal. O título "Até o próximo João Hélio" a rigor não tem nenhuma relação com a questão da redução da maioridade penal. Esse crime bárbaro foi praticado por quatro adultos que tinham um menor na sua companhia. A redução da maioridade penal não contribuiria em nada para evitar esse crime (e nenhum outro, na minha opinião) e a utilização desse recurso "jornalístico" é um a apelação de baixíssimo nível. É preciso mais respeito ao sentimento dilacerado da população. Seja não deixando de tomar decisões importantes que garantam segurança pública, seja não explorando esse sentimento na venda de jornais.