A OEA fez apenas o óbvio revogando a decisão de 1962 que excluiu Cuba da Organização. Falta agora que os Estados Unidos encerrem o boicote econômico. Clique aqui para ler o texto completo de "El Caballo de Troya", escrito ontem por Fidel.
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quarta-feira, 3 de junho de 2009
OEA conserta erro histórico sobre Cuba
A OEA fez apenas o óbvio revogando a decisão de 1962 que excluiu Cuba da Organização. Falta agora que os Estados Unidos encerrem o boicote econômico. Clique aqui para ler o texto completo de "El Caballo de Troya", escrito ontem por Fidel.
terça-feira, 12 de junho de 2007
Política e elos familiares
Os políticos estão inevitavelmente "contaminados" pelo que fazem ou dizem seus familiares - seja para o bem, seja para o mal. São exemplos que estão em toda parte do mundo, em todas as épocas. Podemos lembrar do estorvo para Fidel ter sua própria irmã fazendo oposição à Revolução Cubana. Temos a lembrança do estrago que Pedro Collor fez ao irmão Fernando Collor, decisivo para sua queda. Lembro ainda que em 92, no segundo turno da campanha para Prefeito do Rio, o irmão de Cesar Maia teria entrado na produtora da campanha de Benedita disposto a gravar graves denúncias contra o irmão-candidato - o que poderia ter invertido o resultado nas urnas (mas, segundo consta, o PT teria agido com serenidade e não veiculou as denúncias por falta de comprovação). Vemos também com muita freqüência as denúncias de nepotismo. Ou outros tipos de favorecimentos, como os que teriam sido feitos (sem comprovação) ao filho do presidente. E agora estamos vivendo essas histórias ridículas do Vavá. Não há como um político - mesmo que não queira - evitar interferências familiares em seu trabalho. A proximidade umbilical do poder sempre valoriza um possível lobbismo e é muito difícil o parente descartar o poder obtido indiretamente. Aos políticos sérios, cabe criar mecanismos cada vez eficientes que o protejam dos desvios familiares e aos que se apressam em encontrar ligações perigosas nos parentescos políticos sugerimos serenidade - em defesa do bem público.
sábado, 31 de março de 2007
Americanos trocam soja e algodão por milho
O jornal inglês Financial Times traz reportagem sobre a corrida americana rumo ao milho, graças ao crescimento na produção de etanol (ou álcool combustível), deixando de lado outros produtos agrícolas. Segundo o jornal, "a troca massiva pode resultar na maior safra de milho de todos os tempos, afetando as indústrias agrícolas dos Estados Unidos e de todo o mundo". Os produtos mais afetados são a soja e também o algodão, cuja plantação nos Estados Unidos já caiu a seu nível mais baixo desde 1989. Os preços subirão e os ganhos com o milho aumentarão. Os produtores brasileiros e argentinos sofrerão pressão para aumentar a produção de soja - que, entre nós, disputará terreno com a cana de açúcar. Mas tudo isso dependerá ainda, segundo analistas, dos efeitos do La Niña, o fenômeno climático que poderá provocar fortes chuvas no período do plantio. O jornal acrescenta que essa corrida desenfreada rumo ao milho traz para foco o debate "alimento versus combustível", em um momento em que a demanda global por alimento está crescendo. Isso significa que, apesar de termos que seguir avante nosso política de produção de combustível a partir de fontes renováveis, não devemos estar inteiramente surdos às advertências de Fidel e Chávez.
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quarta-feira, 14 de março de 2007
Enquanto Bush namorava em Mérida, o Iraque...
Bush chegou ao fim do seu périplo latino americano, sem ganhar nada e oferecendo muito menos. Sua última parada foi para encontrar o Presidente Calderón, do país vizinho e muy amigo, México, na simpática cidade de Mérida (com uma pracinha com "bancos de namorar"), a menos de 800 km de Havana, Cuba. Enquanto Bush faz absolutamente nada, poderia ler as estatísticas vindas do Iraque. Nesses 5 dias de viagem de Bush, morreram 8 soldados americanos (segundo o Iraq Coalition Casualties) e entre 615 e 644 civis (segundo o Iraq Body Count). Só para concluir, foi Bush quem iniciou esse processo de matança.
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domingo, 4 de março de 2007
Cuba responde ao Jornal do Brasil.
O Embaixador cubano Pedro Nuñez Mosquera enviou carta a Augusto Nunes, do Jornal do Brasil, protestando contra as reportagens de Clara Cavour publicadas recentemente sobre a ilha de Fidel. O embaixador diz não estranhar muito, porque os Estado Unidos teriam liberado 86 milhões de dólares para "financiar campanha de mentiras, manipulações e descrédito contra Cuba, principalmente na América Latina". Na carta, lamenta a mudança de postura do Jornal do Brasil com relação a Cuba e aproveita para discorrer sobre as grandes conquistas do Governo Cubano, inclusive o crescimento de 12,5% no PIB, o maior da América Latina. Leia íntegra publicada no Granma.
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