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terça-feira, 20 de março de 2007
Bush, 4 anos de uma grande farsa
Vejam com atenção a fala e os gestos estudados de Bush anunciando a invasão do Iraque. Vejam a tranqüilidade com que ele mente sobre as armas de destruição em massa que estariam em poder de Saddam Hussein. Ele diz que mandou as tropas para “desarmar o Iraque, libertar seu povo e defender o mundo de um grande perigo”. Ele garante também todo o cuidado para proteger os civis. Passados 4 anos, 3.218 soldados americanos mortos, 258 soldados da coalizão mortos (até o dia 17, segundo o Iraq Coalition Casualties) , cerca de 65.000 civis mortos (segundo o Iraq Body Count, ou até 600.000, segundo outras organizações) e a comprovação de que as armas de destruição em massa eram apenas uma desculpa, sobra apenas o retrato de uma grande farsa.
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quinta-feira, 1 de março de 2007
Inteligência americana agora demonstra dúvidas sobre o projeto nuclear norte-coreano
Mais uma vez o serviço de inteligência americano traz uma uma grande dúvida para todos: será que eles são pouco inteligentes ou mal intencionados? Em 2002, o Governo Bush acusou fortemente a Coréia do Norte de estar desenvolvendo armas nucleares a partir do enriquecimento de urânio e plutônio. Os coreanos não negavam o trabalho com plutônio - e acabaram realmente desenvolvendo sua bomba. Mas a inteligência acusava os coreanos de fazerem um trabalho paralelo e secreto com urânio. Foi isso que levou à ruptura entre os dois países. Os americanos cortaram o suprimento de petróleo e os coreanos responderam expulsando os inspetores internacionais e concluindo sua bomba de plutônio. Com a dúvida lançada agora pelos oficiais americanos e com o exemplo das falsas armas biológicas que serviram de pretexto para invadir o Iraque, é o caso de se perguntar se existe alguma verdade nas acusações contra o Irã. O Governo Bush perde completamente a credibilidade. Será que mentir descaradamente é sua grande arma secreta? Leia mais no New York Times.
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