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segunda-feira, 30 de abril de 2007

Mundo sem petróleo

Notícia do Plantão Globo das 10:18h de hoje: "Novo game ensina a viver em um mundo sem petróleo". A notícia fala que "um novo videogame, que mais parece um treinamento em realidade virtual, vai ao ar nesta segunda-feira, na internet, com o intuito de convidar os usuários a imaginar como seria o mundo sem o petróleo". Conheça o jogo no site da "World Without Oil".

domingo, 4 de março de 2007

Indústria nuclear avança sobre Europa verde

The Christian Science Monitor faz interessante reportagem ("Nuclear industry sees fertile ground in green Europe") sobre a nova estratégia da indústria de usinas nucleares para o mundo, particularmente para a Europa. Tudo porque a Europa está preocupadíssima com os efeitos devastadores do aquecimento global, provocado principalmente pelo uso de fontes de energia não renováveis - leia-se petróleo. Com o argumento de que a energia nuclear não tem os danos do petróleo para o aquecimento global, a indústria nuclear procura conquistar novos clientes. O problema é que a opinião pública está com um pé atrás por causa do lixo atômico.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Divisão dos lucros do petróleo ajuda a paz no Iraque

Os iraquianos chegaram a um acordo dificílimo: determinaram um novo critério para distribuição dos benefícios do petróleo que pode agradar a todos os envolvidos na guerra entre os grupos locais. A questão toda estava em como satisfazer os sunitas, já que as regiões que eles dominam têm, no momento, produção menor de petróleo. Havia a pretensão de dividir os ganhos do petróleo mais ou menos como é aqui no Brasil, priviegiando as regiões produtoras. Isso favoreceria os xiitas e curdos, e essa era uma das principais razões das disputas. O Governo Iraquiano decidiu adotar o critério de dividir os benefícios por todo o país em função da população de cada região. Além disso, descobriu maior potencial de produção nas regiões sunitas, o que vai significar maior investimento estrangeiro para os seus domínios. Sem dúvida, um passo importante para a pacificação. Os problemas que surgem agora são de outra ordem. Primeiro, os investidores estrangeiros querem maior segurança para os possíveis contratos. Segundo, e mais difícil, é o censo: não há acordo final sobre a real população de cada grupo. Diz-se que são 20% de sunitas, 20% de curdos e 60% de xiitas - mas os sunitas dizem que eles, sim, é que são a maioria. Mais algumas mortes podem surgir por causa disso... Leia mais na reportagem de Edward Wong para o New York Times.