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domingo, 28 de novembro de 2010

Apocalypse No


Nessse dia de muita tensão para todo o país, podemos tentar uma Odisseia no Espaço ao som de Pink Floyd (One of theses days). E torcer para que a importante ação das forças de Segurança no Rio de Janeiro não seja apocalíptica.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Novo passo para a Segurança no Rio: obrigar os chefões do tráfico a assistirem a TV


As cenas de Tropa de Elite 3 que o país assistiu ao vivo durante todo o dia de ontem lavaram a alma do brasileiro, particularmente do povo carioca. Revelaram que: 1) as forças de Segurança estão bem preparadas, com capacidade de organização e de reação firme ao narcoterrorismo; 2) que o poder de fogo da bandidagem é grande, mas não é imbatível – aliás, ficou claro que os traficantes estão em desespero; 3) que a população, principalmente a mais pobre (espremida nas vitrines das lojas de eletrodomésticos, bares e bancas de jornal, assistindo a TV), quer paz e apoia a polícia quando ela se mostra eficaz sob todos os aspectos.
Agora é importante reabrir os canais de informação com os chefões que ordenaram o terror. É necessário eles assistirem com urgência as imagens da tomada da Vila Cruzeiro. Precisam comprovar que a Segurança agora é outra, que eles não têm o poder de enfrentamento que imaginavam e que suas ações acabaram tendo o efeito contrário ao que pretendiam. Se tiverem um mínimo de bom senso (isso existe naquelas bandas?), ordenarão o fim do terrorismo. Caso contrário, verão seus “soldados” tombarem aos magotes. As cenas de ontem demonstraram o que disse aqui no Blog há dois dias: “Não há como o tráfico ter ganho nessas ações”.
A população aguarda com ansiedade o capítulo final dessa série de terror.

O campo de batalha...

(gráfico do Globo - clique para ampliar)
... e o M113, um dos heróis da batalha


quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Provocação 1: o Rio tem tudo para sair dessa fortalecido


A série de ataques narcoterroristas no Rio de Janeiro é horrível. Mas é a melhor demonstração de que a política de segurança do Governo está dando certo. E o cálculo é simples: essas ações estão dando mais despesa do que lucro aos traficantes. São operações desgastantes que prejudicam ainda mais o comércio de drogas. Traduzem muito mais desespero pela perda de pontos de venda e, consequentemente, queda na receita e deserção de “soldados”. Não há como o tráfico ter ganho nessas ações – a não ser o aspecto motivacional, dando estímulo a seu "exército" (que anda meio acuado, graças ao sucesso das UPPs) e até conquistando um ou outro novo “soldado”. Mas isso dura pouco. Principalmente porque a reação do Governo tende a ser proporcionalmente bem maior. Narcoterroristas começarão a ser presos, o cerco federal será mais amplo e mais eficaz, o espaço de manobra dos traficantes ficará mais reduzido e inviável. Com o isolamento ainda maior dos líderes que estão presos, caberá aos líderes locais buscar outras regiões para se acomodarem. Apesar do tumulto e do pânico iniciais, surgirá um Rio melhor.